Professores são capacitados para trabalhar matemática com alunos cegos
Da assessoria
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Professora Marcia Carletto – que ministrou o curso – mostra um dos materiais que ajuda a compreender frações, elaborado durante a capacitação[/caption]
Quase 30 professores da rede municipal de Francisco Beltrão estão recebendo capacitação para trabalhar novas metodologias didáticas de matemática com ênfase em alunos cegos e de baixa visão. A formação é uma parceria entre o Cap (Centro de Apoio Psicopedagógico) e a Secretaria de Educação e aconteceu entre quarta e sexta-feira (7).
Ministrado pela professora Marcia Carletto, o curso busca desenvolver o raciocínio matemático a partir da compreensão de formas e texturas. “São materiais e atividades que exploram muito o tato, para que os alunos possam ter a devida noção de proporção e comparação, por exemplo, em uma fração”, explica.
Durante o curso, professores aprenderam a criar réguas numéricas, jogos de tangram e materiais de adição, soma, multiplicação e divisão específicos. Os professores que participam da capacitação integram o as salas de recursos multifuncionais das escolas.
Além de alunos cegos, os materiais também podem ser utilizados na didática com estudantes com dificuldades de aprendizado. “É um suporte pedagógico que foca no atendimento dos alunos cegos e de baixa visão, mas que também pode ser utilizado para os demais”, explica a professora Eleni Froza, da Secretaria de Educação.
Professora Marcia Carletto – que ministrou o curso – mostra um dos materiais que ajuda a compreender frações, elaborado durante a capacitação[/caption]
Quase 30 professores da rede municipal de Francisco Beltrão estão recebendo capacitação para trabalhar novas metodologias didáticas de matemática com ênfase em alunos cegos e de baixa visão. A formação é uma parceria entre o Cap (Centro de Apoio Psicopedagógico) e a Secretaria de Educação e aconteceu entre quarta e sexta-feira (7).
Ministrado pela professora Marcia Carletto, o curso busca desenvolver o raciocínio matemático a partir da compreensão de formas e texturas. “São materiais e atividades que exploram muito o tato, para que os alunos possam ter a devida noção de proporção e comparação, por exemplo, em uma fração”, explica.
Durante o curso, professores aprenderam a criar réguas numéricas, jogos de tangram e materiais de adição, soma, multiplicação e divisão específicos. Os professores que participam da capacitação integram o as salas de recursos multifuncionais das escolas.
Além de alunos cegos, os materiais também podem ser utilizados na didática com estudantes com dificuldades de aprendizado. “É um suporte pedagógico que foca no atendimento dos alunos cegos e de baixa visão, mas que também pode ser utilizado para os demais”, explica a professora Eleni Froza, da Secretaria de Educação. Feed RSS
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