Índice de infestação de larvas ainda é considerado de médio risco
Da assessoria
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Claudionei Roessler, coordenador de Endemias: mesmo longe de ter epidemia, situação ainda preocupa[/caption]
Apesar de pouco significativo, o aumento no índice de infestação de larvas nas residências de Francisco Beltrão continua preocupando a Secretaria de Saúde. O Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Aedes Aegypti, chamado de Lira, constatou que em 3,9% dos imóveis existe algum foco de larvas do mosquito, índice 0,2% maior que o último, feito em janeiro, e quase quatro vezes maior que o preconizado pelo Ministério da Saúde, de 1%.
O resultado do novo levantamento foi divulgado na tarde desta quinta-feira, durante reunião do Comitê de Enfrentamento à Dengue, oportunidade em que o coordenador de Endemias da Prefeitura, Claudionei Roessler, também falou sobre as medidas permanentes de combate à doença. “Em parceria com a Secretaria de Urbanismo, já estamos programando mutirões para os bairros mais infestados, além do fumacê, que realizamos em quadras próximas aos sintomáticos de dengue e as visitas dos agentes as residências, indústrias e terrenos baldios”, disse.
Segundo a Secretaria de Saúde, os principais focos ainda estão dentro das casas. Cerca de 47,5% das larvas foram encontradas em lixos depositados nos quintais de residências com acúmulo de água e 25,6% estavam em pratos de vasos de plantas, bebedouros de animais entre outros. Os bairros com maiores índices de infestação são o Jardim Itália, Novo Mundo, Industrial, Padre Ulrico, Guanabara, Cristo Rei, Água Branca, Cango, Sadia e Júpiter.
A situação do município, no entanto, é bem mais confortável que a enfrentada há dois anos, quando Beltrão sofreu com uma epidemia de dengue. Nos últimos sete meses, 65 casos suspeitos foram notificados, mas somente dois confirmados.
A preocupação maior, segundo Claudionei, é com o grau de risco da doença. “Tivemos somente dois casos autóctones, mas ambos os pacientes tiveram que ser hospitalizados e sofreram com dores abdominais e baixa de plaquetas, que são indícios para complicações que poderiam ter surgido se não estivéssemos acompanhando os casos”, explica.
Claudionei Roessler, coordenador de Endemias: mesmo longe de ter epidemia, situação ainda preocupa[/caption]
Apesar de pouco significativo, o aumento no índice de infestação de larvas nas residências de Francisco Beltrão continua preocupando a Secretaria de Saúde. O Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Aedes Aegypti, chamado de Lira, constatou que em 3,9% dos imóveis existe algum foco de larvas do mosquito, índice 0,2% maior que o último, feito em janeiro, e quase quatro vezes maior que o preconizado pelo Ministério da Saúde, de 1%.
O resultado do novo levantamento foi divulgado na tarde desta quinta-feira, durante reunião do Comitê de Enfrentamento à Dengue, oportunidade em que o coordenador de Endemias da Prefeitura, Claudionei Roessler, também falou sobre as medidas permanentes de combate à doença. “Em parceria com a Secretaria de Urbanismo, já estamos programando mutirões para os bairros mais infestados, além do fumacê, que realizamos em quadras próximas aos sintomáticos de dengue e as visitas dos agentes as residências, indústrias e terrenos baldios”, disse.
Segundo a Secretaria de Saúde, os principais focos ainda estão dentro das casas. Cerca de 47,5% das larvas foram encontradas em lixos depositados nos quintais de residências com acúmulo de água e 25,6% estavam em pratos de vasos de plantas, bebedouros de animais entre outros. Os bairros com maiores índices de infestação são o Jardim Itália, Novo Mundo, Industrial, Padre Ulrico, Guanabara, Cristo Rei, Água Branca, Cango, Sadia e Júpiter.
A situação do município, no entanto, é bem mais confortável que a enfrentada há dois anos, quando Beltrão sofreu com uma epidemia de dengue. Nos últimos sete meses, 65 casos suspeitos foram notificados, mas somente dois confirmados.
A preocupação maior, segundo Claudionei, é com o grau de risco da doença. “Tivemos somente dois casos autóctones, mas ambos os pacientes tiveram que ser hospitalizados e sofreram com dores abdominais e baixa de plaquetas, que são indícios para complicações que poderiam ter surgido se não estivéssemos acompanhando os casos”, explica. Feed RSS
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