Governo federal reconhece situação de emergência da enchente de maio
Da assessoria
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Prefeito Cantelmo Neto recebeu do assessor de Assuntos Comunitários, Irineu Flach, e do coordenador da Defesa Civil e secretário de Urbanismo, José Carlos Vieira, a publicação com a portaria[/caption]
Portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 12 de junho reconheceu o decreto que declarou o estado de emergência ocasionado pela enchente do último mês em Francisco Beltrão. O reconhecimento é uma etapa importante para que o município agora busque recursos para amenizar os prejuízos causados pelas chuvas.
Segundo o coordenador da Defesa Civil de Beltrão e secretário de Urbanismo, José Carlos Vieira, com o reconhecimento do decreto é possível montar um plano de trabalho para recuperar os estragos. “Podemos planejar a reconstrução do que foi danificado, como pontes do interior e bueiros, e montar projetos para pleitear recursos junto ao governo federal”, explica.
A enchente de 1º de maio foi ocasionada pela intensa precipitação pluviométrica: em 24 horas, choveu 195 mm, segundo o Iapar. Foi uma das maiores cheias já registradas no município e que atingiu diretamente mais de 500 pessoas ribeirinhas do Rio Marrecas e de córregos da cidade.
Um levantamento feito pela Defesa Civil logo após a catástrofe apurou um prejuízo de R$ 4,8 milhões ao poder público.
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Prefeito Cantelmo Neto recebeu do assessor de Assuntos Comunitários, Irineu Flach, e do coordenador da Defesa Civil e secretário de Urbanismo, José Carlos Vieira, a publicação com a portaria[/caption]
Portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 12 de junho reconheceu o decreto que declarou o estado de emergência ocasionado pela enchente do último mês em Francisco Beltrão. O reconhecimento é uma etapa importante para que o município agora busque recursos para amenizar os prejuízos causados pelas chuvas.
Segundo o coordenador da Defesa Civil de Beltrão e secretário de Urbanismo, José Carlos Vieira, com o reconhecimento do decreto é possível montar um plano de trabalho para recuperar os estragos. “Podemos planejar a reconstrução do que foi danificado, como pontes do interior e bueiros, e montar projetos para pleitear recursos junto ao governo federal”, explica.
A enchente de 1º de maio foi ocasionada pela intensa precipitação pluviométrica: em 24 horas, choveu 195 mm, segundo o Iapar. Foi uma das maiores cheias já registradas no município e que atingiu diretamente mais de 500 pessoas ribeirinhas do Rio Marrecas e de córregos da cidade.
Um levantamento feito pela Defesa Civil logo após a catástrofe apurou um prejuízo de R$ 4,8 milhões ao poder público.
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