Em sete anos, Ambulatório do Fumo atendeu 1.500 pacientes

Publicado em 09/09/2015
Assessoria de comunicação
Em sete anos, Ambulatório do Fumo atendeu 1.500 pacientes
Da assessoria [caption id="attachment_34408" align="alignleft" width="300"]Prefeito Cantelmo Neto e a coordenadora do serviço, Jussara Pedroso, durante ato que marcou o sétimo aniversário do ambulatório, na unidade de saúde do Vila Nova Prefeito Cantelmo Neto e a coordenadora do serviço, Jussara Pedroso, durante ato que marcou o sétimo aniversário do ambulatório, na unidade de saúde do Vila Nova[/caption] Cerca de 1.500 pessoas já foram auxiliadas pelo Ambulatório do Fumo desde 2008, quando o serviço entrou em funcionamento em Francisco Beltrão. Um evento na tarde desta quarta-feira (9) celebrou o sétimo ano de funcionamento do serviço e lembrou que, apesar das políticas públicas governamentais para reduzir o tabagismo, cerca de 15 a 18% da população brasileira ainda é dependente do cigarro. Atualmente, o Ambulatório do Fumo funciona junto a unidade de saúde do bairro Vila Nova. Com equipe multidisciplinar, o serviço atende livre demanda e, com encontros regulares, trata e acompanha grupos de fumantes como o que participou seu Desidério Schmitz, que iniciou o tratamento ainda no início do serviço e deixou para trás 35 anos de tabagismo. “O mais importante é ter força de vontade para querer parar”, recomenda. O ato de celebração do 7º aniversário do Ambulatório do Fumo reuniu a equipe da unidade de saúde, a secretária de Saúde, Rose Mari Guarda, e o prefeito Antonio Cantelmo Neto, além da coordenadora do serviço, Jussara Pedroso, do médico pneumologista, dr. Redimir Goya, e do pároco do bairro, Pe. Dirceu Lopes. O ambulatório de Beltrão é um dos únicos do Sudoeste que ainda está em atividade e, segundo o prefeito Cantelmo Neto, serve de referência para fumantes que querem deixar o vício. “Mantemos o Ambulatório do Fumo pois sabemos do grande trabalho que realiza atendendo àquelas pessoas que desejam parar de fumar e que aqui encontram a orientação e tratamento adequados”, afirmou.
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