Em debate, Secretaria propõe medidas para reduzir a mortalidade infantil
Da assessoria
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Em encontro municipal realizado no Espaço da Arte, especialistas discutiram o assunto com profissionais da área[/caption]
Doze propostas foram levantadas pela Secretaria Municipal de Saúde para combater e reduzir a mortalidade infantil em Francisco Beltrão. As medidas foram elencadas durante debate promovido pela Prefeitura com agentes de saúde, técnicos, enfermeiros e médicos especialistas na área, nesta sexta-feira no Espaço da Arte.
A ideia é suscitar o debate entre os profissionais da atenção básica para melhorar os indicadores de mortalidade infantil do município, segundo destacou o prefeito Antonio Cantelmo Neto na abertura do evento. "Quando tratamos de atenção primária, devemos suscitar a consciência dos profissionais que atuam na rede de saúde, porque esta é uma área que se faz com pessoas, não com máquinas", afirmou Neto.
As propostas levantadas dizem respeito à utilização dos protocolos do programa Mãe Paranaense, do Governo do Estado, a realização de exames considerando o grau de risco de gestantes, a obrigatoriedade da consulta em até 30 dias após o parto bem como a visita do agente de saúde à residência, a capacitação dos servidores e a criação de comissão de profissionais especialistas. A secretária de Saúde, Rose Mari Guarda, a diretora da 8a Regional de Saúde, Cintia Ramos e o promotor público, dr. Eduardo Monteiro, também acompanharam o encontro.
Durante o evento, especialistas ministraram palestras destacando a importância de ações que podem contribuir na identificação de riscos entre as gestantes. Para a assessora da Superintendência de Atenção à Saúde da Sesa, Olga Peterline, o encaminhamento correto pode reduzir em até 30% o risco de mortalidade da criança no primeiro ano de vida. "Nós temos um trabalho na Ilha de Valadares, em Paranaguá, que é sobre a identificação das gestantes com algum grau de risco e acompanhamento, e temos obtidos resultados bastante satisfatórios", diz.
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A médica pediatra, dra. Wemilda Feltrin, e o médico gineco-obstetra, dr. Marcelo Magalhães Pinto, também palestraram durante o encontro. Neste ano, Beltrão registrou redução da mortalidade infantil em comparação com o mesmo período do ano passado, mas a Secretaria de Saúde está reforçando as ações para reduzir ainda mais os casos de óbitos de crianças com até um ano.
Em encontro municipal realizado no Espaço da Arte, especialistas discutiram o assunto com profissionais da área[/caption]
Doze propostas foram levantadas pela Secretaria Municipal de Saúde para combater e reduzir a mortalidade infantil em Francisco Beltrão. As medidas foram elencadas durante debate promovido pela Prefeitura com agentes de saúde, técnicos, enfermeiros e médicos especialistas na área, nesta sexta-feira no Espaço da Arte.
A ideia é suscitar o debate entre os profissionais da atenção básica para melhorar os indicadores de mortalidade infantil do município, segundo destacou o prefeito Antonio Cantelmo Neto na abertura do evento. "Quando tratamos de atenção primária, devemos suscitar a consciência dos profissionais que atuam na rede de saúde, porque esta é uma área que se faz com pessoas, não com máquinas", afirmou Neto.
As propostas levantadas dizem respeito à utilização dos protocolos do programa Mãe Paranaense, do Governo do Estado, a realização de exames considerando o grau de risco de gestantes, a obrigatoriedade da consulta em até 30 dias após o parto bem como a visita do agente de saúde à residência, a capacitação dos servidores e a criação de comissão de profissionais especialistas. A secretária de Saúde, Rose Mari Guarda, a diretora da 8a Regional de Saúde, Cintia Ramos e o promotor público, dr. Eduardo Monteiro, também acompanharam o encontro.
Durante o evento, especialistas ministraram palestras destacando a importância de ações que podem contribuir na identificação de riscos entre as gestantes. Para a assessora da Superintendência de Atenção à Saúde da Sesa, Olga Peterline, o encaminhamento correto pode reduzir em até 30% o risco de mortalidade da criança no primeiro ano de vida. "Nós temos um trabalho na Ilha de Valadares, em Paranaguá, que é sobre a identificação das gestantes com algum grau de risco e acompanhamento, e temos obtidos resultados bastante satisfatórios", diz.
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A médica pediatra, dra. Wemilda Feltrin, e o médico gineco-obstetra, dr. Marcelo Magalhães Pinto, também palestraram durante o encontro. Neste ano, Beltrão registrou redução da mortalidade infantil em comparação com o mesmo período do ano passado, mas a Secretaria de Saúde está reforçando as ações para reduzir ainda mais os casos de óbitos de crianças com até um ano. Feed RSS
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