Beltrão terá centro de recuperação para dependentes químicos

Publicado em 21/01/2016
Assessoria de comunicação
Beltrão terá centro de recuperação para dependentes químicos
Da assessoria [caption id="attachment_38826" align="alignleft" width="300"]Obra do centro de recuperação de dependentes químicos em Beltrão está pronta e deve começar a funcionar nos próximos meses Obra do centro de recuperação de dependentes químicos em Beltrão está pronta e deve começar a funcionar nos próximos meses[/caption] A partir dos próximos meses começa a funcionar em Francisco Beltrão um centro de recuperação para dependentes químicos que será gerido pela comunidade Batista Betel. O prédio em que a casa de recuperação funcionará já está pronto e deve ser equipado e mobiliado e receber obras complementares antes de iniciar o funcionamento. A obra foi construída com recursos do Ministério da Justiça viabilizados através de emenda do senador Alvaro Dias e soma R$ 481 mil. Para equipar o espaço, existe mais uma emenda do deputado federal Nelson Meurer no valor de R$ 506 mil para mobília e equipamentos, além do apoio da Prefeitura. Nesta semana, ainda quando ocupava o cargo interino de prefeito, Eduardo Scirea visitou o espaço e disse que o centro irá suprir uma necessidade existente hoje no município. “Conseguimos melhorar muito a questão do atendimento de dependentes químicos com a instalação do Caps Álcool e Drogas, mas ainda carecemos de um local como este para internamento, e que aqui funcionará em um modelo de parceria entre a igreja e sociedade”, afirmou Scirea, que esteve acompanhado do apóstolo Horácio Silveira e Pr. Fernando Araújo, além dos secretários Saudi Mensor (Administração), Gervásio Kramer (Planejamento) e Jovelina Chaves (Desenvolvimento). Instalado em 2013, o Caps-AD de Beltrão funciona em um modelo ambulatorial e serve de porta de entrada para o tratamento de dependentes de álcool e drogas, com atividades e acompanhamento durante o dia e encaminhamento à internação em casos mais graves. Atualmente, uma média de seis pacientes por mês precisam de internamento e são encaminhados para casas de recuperação privadas e do sistema Sus em outros municípios, como Curitiba, Cascavel, Marmeleiro e Maringá.
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