Prefeitura debate com professores pauta da categoria
Prefeito Cantelmo Neto explicou os motivos que não permitem à Prefeitura avançar em alguns pontos, como a insegurança jurídica e o comportamento da folha de pagamento, e disse que quer construir “processo sustentável” com a categoria
Da assesssoria
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Em encontro com professores, prefeito Cantelmo Neto apresentou os avanços já conquistados e explicou insegurança jurídica sobre pontos da pauta da categoria[/caption]
Mais de 300 professores da rede municipal participaram do encontro promovido pela Prefeitura para debater os principais pontos da proposta de valorização da categoria, nesta quarta-feira no Espaço da Arte. A ideia, segundo destacou o prefeito Antonio Cantelmo Neto, é de que a Prefeitura e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública de Francisco Beltrão (Sintepfb) encontrem um denominador comum entre o que um pode avançar e o outro ceder, no que chamou de “processo sustentável”.
“Nós tínhamos uma lacuna orçamentária que nos permitira alguns avanços, agora precisamos de tempo para analisar o comportamento da folha, visto que desde este ano está vigorando o Plano de Carreira do restante do funcionalismo”, explicou o prefeito. “Lógico que todas as reivindicações são justas, e da minha parte seriam aprovadas, mas em algumas temos que ter cautela, porque de nada adianta adota-las e não poder cumpri-las lá na frente, ou executar algo que não temos segurança jurídica, que pode não estar dentro da legalidade”, completou Neto.
Na semana passada, a Prefeitura apresentou uma proposta em que fará a correção salarial dos professores em janeiro e pelo indicativo do Fundeb, o Fundo Nacional da Educação Básica. Outros avanços assegurados são a progressão gradual do tempo destinado à hora atividade até que se atinja 1/3 da jornada de trabalho e a regularização previdenciária dos chamados AJTs, funcionários que dobraram sua jornada de trabalho e que, apesar de receberem o salário de forma integral, não podem acessar os benefícios previdenciários proporcionalmente a carga horária.
A principal reivindicação do Sindicato, no entanto, é que a Prefeitura faça um novo Plano do Magistério e não apenas reformas à lei já existente e que rege a categoria, além de acatar mais propostas. Como forma de pressionar o poder público, os professores reduziram a jornada de trabalho e estão com indicativo de greve.
Desde o ano passado, a categoria já conquistou outros avanços, como o pagamento do piso aos educadores infantis, estabelecimento de hora atividade de 5 horas, implantação de um processo seletivo simplificado para contratação temporária e redução em 50% no número de estagiários.
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Em encontro com professores, prefeito Cantelmo Neto apresentou os avanços já conquistados e explicou insegurança jurídica sobre pontos da pauta da categoria[/caption]
Mais de 300 professores da rede municipal participaram do encontro promovido pela Prefeitura para debater os principais pontos da proposta de valorização da categoria, nesta quarta-feira no Espaço da Arte. A ideia, segundo destacou o prefeito Antonio Cantelmo Neto, é de que a Prefeitura e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública de Francisco Beltrão (Sintepfb) encontrem um denominador comum entre o que um pode avançar e o outro ceder, no que chamou de “processo sustentável”.
“Nós tínhamos uma lacuna orçamentária que nos permitira alguns avanços, agora precisamos de tempo para analisar o comportamento da folha, visto que desde este ano está vigorando o Plano de Carreira do restante do funcionalismo”, explicou o prefeito. “Lógico que todas as reivindicações são justas, e da minha parte seriam aprovadas, mas em algumas temos que ter cautela, porque de nada adianta adota-las e não poder cumpri-las lá na frente, ou executar algo que não temos segurança jurídica, que pode não estar dentro da legalidade”, completou Neto.
Na semana passada, a Prefeitura apresentou uma proposta em que fará a correção salarial dos professores em janeiro e pelo indicativo do Fundeb, o Fundo Nacional da Educação Básica. Outros avanços assegurados são a progressão gradual do tempo destinado à hora atividade até que se atinja 1/3 da jornada de trabalho e a regularização previdenciária dos chamados AJTs, funcionários que dobraram sua jornada de trabalho e que, apesar de receberem o salário de forma integral, não podem acessar os benefícios previdenciários proporcionalmente a carga horária.
A principal reivindicação do Sindicato, no entanto, é que a Prefeitura faça um novo Plano do Magistério e não apenas reformas à lei já existente e que rege a categoria, além de acatar mais propostas. Como forma de pressionar o poder público, os professores reduziram a jornada de trabalho e estão com indicativo de greve.
Desde o ano passado, a categoria já conquistou outros avanços, como o pagamento do piso aos educadores infantis, estabelecimento de hora atividade de 5 horas, implantação de um processo seletivo simplificado para contratação temporária e redução em 50% no número de estagiários.
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