Com chegada da primavera, agentes intensificam combate à dengue

Publicado em 26/09/2013
Assessoria de comunicação
Com chegada da primavera, agentes intensificam combate à dengue
  Da assessoria [caption id="attachment_9300" align="alignleft" width="300"]Nesta semana, agentes estão fazendo uma varredura no Padre Ulrico, que receberá o mutirão de descarte no sábado Nesta semana, agentes estão fazendo uma varredura no Padre Ulrico, que receberá o mutirão de descarte no sábado[/caption] Desde o início desta semana que os agentes de combate a endemias de Francisco Beltrão retomaram os trabalhos focados em eliminar os criadouros do mosquito da dengue. A intensificação do combate nesta época do ano se deve em função da chegada da primavera, período que alia chuva e calor e propicia a proliferação dos focos do aedes aegypti. O trabalho iniciou pelo bairro Padre Ulrico, que neste sábado receberá o mutirão do descarte, organizado pelo Departamento de Combate a Endemias da Secretaria de Saúde. Os agentes estão percorrendo todas as casas orientando os moradores sobre os cuidados no quintal e como proceder o descarte. “Caminhões da Prefeitura passarão recolhendo restos de móveis, eletroeletrônicos e outros tipos de lixo que podem acumular água em frente à casa dos moradores. Só não serão aceitos restos de construção, e de chapeação e mecânica”, explica, Claudionei Roessler. Os mutirões de descarte, feitos em parceria com as secretarias de Urbanismo e Meio Ambiente, devem ser frequentes e chegar a todos os bairros da cidade, em um trabalho preventivo organizado pela Secretaria de Saúde. O morador João Idalece, do padre Ulrico, recebeu bem a agente de endemias e até ficou com um saco plástico para fazer a limpeza do terreno em que mora. “É sempre bom colaborar pra tá prevenido”, afirma. Neste ano, foram registrados apenas 16 casos autóctones de dengue em Beltrão, número bem menor que o da epidemia da doença registrada em 2012. Segundo o Lira, pesquisa que detecta a presença de larvas, o município tem um índice de infestação de apenas 0,2%, ou seja, só 0,2% das residências possuem larvas. O preconizado pelo Ministério da Saúde é 1%. Mesmo assim, Claudionei recomenda que a população verifique ao menos uma vez por semana as condições de possíveis criadouros do mosquito. “Temos nossos agentes, mas os próprios moradores podem fazer uma inspeção rigorosa em casa”, sugere.   [gallery link="file" ids="9298"]
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