Previsão do Tempo
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Francisco Beltrão

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Calendário Básico de Vacinação da Criança

IDADE

VACINAS

DOSES

DOENÇAS EVITADAS

Ao nascer BCG – ID dose única Formas graves de tuberculose
Vacina contra hepatite B (1) 1ª dose Hepatite B
1 mês Vacina contra hepatite B 2ª dose Hepatite B
2 meses
VOP (vacina oral contra pólio) 1ª dose Poliomielite (paralisia infantil)
Vacina tetravalente (DTP + Hib)(2) 1ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
Vacina Oral de Rotavirus 1ª dose Gastroenterite por rotavirus
4 meses VOP (vacina oral contra pólio) 2ª dose Poliomielite (paralisia infantil)
Vacina tetravalente (DTP + Hib) 2ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
Vacina Oral de Rotavirus 2ª dose Gastroenterite por rotavirus
6 meses VOP (vacina oral contra pólio) 3ª dose Poliomielite (paralisia infantil)
Vacina tetravalente (DTP + Hib) 3ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
Vacina contra hepatite B 3ª dose Hepatite B
9 meses Vacina contra febre amarela (3) dose única Febre amarela
12 meses SRC (tríplice viral) dose única Sarampo, rubéola e caxumba
15 meses VOP (vacina oral contra pólio) reforço Poliomielite (paralisia infantil)
DTP (tríplice bacteriana) 1º reforço Difteria, tétano e coqueluche
4 – 6 anos DTP (tríplice bacteriana 2º reforço Difteria, tétano e coqueluche
SRC (tríplice viral) reforço Sarampo, rubéola e caxumba
10 anos Vacina contra febre amarela reforço Febre amarela

Vacinas em Situações Especiais:

O Ministério da Saúde , no ano de 1993, iniciou a implantação dos Centros de Referência de Imunobiológicos especiais(CRIE).Estes são constituídos de infra-estrutura e logísticas especiais, destinadas ao atendimento de indivíduos portadores de quadros clínicos especiais.
Entre essas pessoas, incluem-se os infectados pelo HIV, os portadores de imunodeficiência congênita, os de neoplasias malignas, os que recebem quimioterapia, radiação ou corticoterapia em altas doses, como também certas condições que causam deficiência imunológica( insuficiência renal, asplenia…) que favorecem um risco aumentado para patologias infecciosas.
Basicamente, as indicações para utilizar os CRIEs são os seguintes:

Profilaxia pré e pós exposição a agentes infecciosos, em determinadas situações de risco;
Substituição de outros imunobiológicos disponíveis normalmente na rotina devido à hipersensibilidade ou eventos adversos;
Imunização de crianças e adultos com imunocomprometimento.
A indicação dos imunobiológicos pode ser realizada por profissional de saúde habilitado mediante preenchimento da Ficha do SI-CRIE , disponível em todas unidades de saúde.A solicitação é encaminhada ao Departamento de Vigilância em Saúde que envia a Curitiba, através da 8ª RS.