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UBS do Pinheirinho recebe projeto piloto que prioriza atendimentos emergenciais

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Da assessoria

Unidade de saúde do Pinheirinho é a primeira a receber o novo modelo de atendimento, que pretende acabar com filas de espera por consultas implantando a classificação de risco

Unidade de saúde do Pinheirinho é a primeira a receber o novo modelo de atendimento, que pretende acabar com filas de espera por consultas implantando a classificação de risco

A unidade de saúde do bairro Pinheirinho está recebendo um projeto piloto da Prefeitura de Francisco Beltrão para melhorar o atendimento nas UBSs eliminando as filas e agilizando as consultas. A medida segue diretrizes do Ministério da Saúde e é uma prerrogativa da 8ª Regional de Saúde e visa priorizar o atendimento de casos emergenciais e o agendamento de consultas de casos eletivos a qualquer hora do dia.

“Em tese, o usuário poderá chegar a qualquer hora do dia na unidade de saúde para ser atendido e passará por uma avaliação para ver qual a gravidade de seu caso: se for algo emergencial ele é atendido imediatamente, se for eletivo já sai com a consulta agendada”, explica a diretora de Assistência em Saúde da Prefeitura, Dalva Zago. “Começamos a fazer nesta semana a experiência para ver como isso funciona na prática e fazer os ajustes necessários, mas a tendência é de que esse modelo seja implantado em todas as outras UBS do município”, completa.

O novo formato de atendimento com classificação de risco também irá permitir a qualificação dos serviços das unidades de saúde, que serão avaliadas com selo de qualidade. O modelo faz parte da tutoria de Atenção Primária à Saúde, do governo do Estado, e será implantado em todos os municípios da região.

O projeto piloto do Pinheirinho, no entanto, já repercutiu negativamente nas redes sociais, em que o cartaz com explicações sobre o modelo de atendimento está sendo utilizado de forma equivocada. “Este formato vem para melhorar o atendimento; queremos acabar com a fila de espera nas unidades e agora vamos atender e agendar conforme a gravidade de cada caso, um salto qualitativo muito grande na saúde pública”, esclarece Dalva.

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