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Nova ponte ligará a Octaviano à Guiomar Lopes e beneficiará 43 mil pessoas

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Da assessoria

Prefeito Cantelmo Neto, secretário Gervásio Kramer (Planejamento) e o engenheiro Robson Menin

Prefeito Cantelmo Neto, secretário Gervásio Kramer (Planejamento) e o engenheiro Robson Menin

A nova ponte que será construída sobre o Rio Marrecas deverá beneficiar 43 mil moradores de 17 bairros de Francisco Beltrão, segundo estudo apresentado pela Secretaria de Planejamento em audiência pública na tarde desta sexta-feira (19). Lideranças comunitárias, vereadores e a equipe envolvida no projeto participaram do encontro, etapa obrigatória para a liberação dos recursos que serão utilizados na construção da obra.

A ponte será construída acima da cota de cheia do Marrecas e terá 72 metros de comprimento e 14 de largura, com espaço para o tráfego de veículos, pedestres e até bicicletas. A obra ligará o centro da cidade, através da rua Octaviano Teixeira dos Santos, até o bairro Cristo Rei, na avenida Guiomar Lopes.

“A construção da ponte estava prevista no plano viário de Beltrão; é um projeto que vamos tirar do papel e tornar realidade para desafogar o fluxo de veículos e melhorar o trânsito nesta região da cidade”, explicou o prefeito Antonio Cantelmo Neto durante a audiência. O secretário de Planejamento, Gervásio Kramer, a diretora do DIPPM (Departamento de Informação, Pesquisa e Planejamento Municipal), Monica Miró, o diretor do Debetran, Rudimar Czerniaski, e os vereadores Ivanir Prolo, Valmir Tonelo e Alfonso Bruzamarelo também participaram do encontro.

A nova opção de ligação do Centro com o bairro Cristo Rei foi elogiada por moradores, que também puderam tirar dúvidas com relação à execução da obra. O projeto prevê a construção com concreto protendido, que permite maiores vãos entre pilares e não irá obstruir a passagem da água pelo rio.

 

Obra custará R$ 3,2 mi

Durante a audiência pública, a Prefeitura também apresentou a forma de viabilização da obra. Orçada em R$ 3,2 milhões, a ponte já tem recursos assegurados pelo Paraná Cidade, da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedu), através de financiamento.

A liberação dos recursos está garantida, segundo a Secretaria de Planejamento, que agora precisa cumprir etapas técnicas para aprovação da obra. “O Município tem um rigor fiscal muito grande e, por isso, uma capacidade de endividamento que permite contrair este empréstimo”, pontuou Gervásio.

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