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Rede de saúde está preparada para possíveis casos de Ebola

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Da assessoria

Na abertura do evento, prefeito Cantelmo Neto, secretária Rose Guarda, diretora Bernadete de Souza, dr. Valdir Spada Jr, e as coordenadoras Fabiane Lara e Katia Schmidt

Na abertura do evento, prefeito Cantelmo Neto, secretária Rose Guarda, diretora Bernadete de Souza, dr. Valdir Spada Jr, e as coordenadoras Fabiane Lara e Katia Schmidt

Profissionais de saúde que atuam em hospitais, nas unidades básicas e em instituições da área já estão orientados quanto aos procedimentos que devem adotar caso identifiquem algum suspeito ou caso do vírus Ebola. Mais de 50 profissionais participaram da capacitação oferecida pela Secretaria Municipal de Saúde na Amsop e que pretende preparar o município caso a doença se espalhe pelo mundo.

A ideia, segundo destacou o prefeito Antonio Cantelmo Neto na abertura da capacitação, é que os profissionais estejam preparados para enfrentar a doença, diferentemente da pandemia de Gripe A em 2009, quando o atraso nas medidas de combate a doença permitiram sua expansão. “Não considero esse treinamento exagerado, uma vez que, sob a ótica da vigilância em saúde, devemos sempre estar preparados para enfrentar estas situações de anormalidade frente a ameaça de um vírus”, afirmou. A secretária da Saúde, Rose Mari guarda, também participou do evento.

O Ebola é um vírus que provoca febre hemorrágica, é altamente infeccioso e classificado como uma zoonose, uma vez que seu ciclo se desenvolve em animais. Países da África já tiveram surtos da doença por pelo menos três vezes e neste ano registra casos em Guiné, Serra Leoa, Libéria e Nigéria. O vírus é transmitido através do sangue e de fluidos corporais e, por ser altamente resistente, chega a matar 90% dos infectados, segundo a organização Médicos Sem Fronteiras.

Durante a capacitação, o médico infectologista, dr. Valdir Spada Jr., explicou sobre os procedimentos diante de uma possível identificação de alguém contaminado com o vírus. “Se alguém for identificado com a doença em uma unidade de saúde, por exemplo, é acionado o Samu para que faça o traslado até o hospital de referência, nacional ou estadual, no nosso caso em Cascavel”, disse.

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