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Prato típico da Sexta-Feira Santa, peixe deve ser comprado com atenção

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Da assessoria

Católicos que já planejam incluir o peixe no cardápio da Sexta-Feira Santa devem prestar atenção na hora de comprar o produto. Não observar alguns aspectos na hora da escolha do pescado pode tornar a tradição religiosa que lembra o sacrifício de Jesus em uma desagradável refeição.

Isso porque quando abatido e armazenado em desacordo com as normas sanitárias, o peixe pode provocar um quadro de intoxicação com vômitos e diarréia. Para garantir a qualidade dos produtos comercializados nesta época, a Vigilância em Saúde da Prefeitura de Francisco Beltrão está intensificando a fiscalização às feiras que vendem pescados vivos e congelados.

“Atentar para os aspectos do produto na hora da compra é o principal fator a considerar para adquirir um pescado de boa procedência”, explica a inspetora sanitária da Prefeitura, Fatiane de Melo. Nesta época do ano a produção de pescado em Beltrão salta de 45 toneladas/mês para cerca de 100 toneladas, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Rural.

No caso da compra de peixe vivo, os olhos brilhantes, guelras com tonalidade avermelhada, escamas lisas, carne com boa textura e ausência de mau cheiro são sinônimos de qualidade. Se o animal for comercializado em feiras, por exemplo, deve-se observar ainda a oxigenação da água nos tanques de armazenamento e se o animal nada e respira corretamente e não apresenta lesões ou indícios da presença de parasitas.

 

Congelados

Na compra de congelados, a atenção deve ser quanto às condições de armazenamento –  com temperatura entre -12 e -18C e bons equipamentos – e principalmente a rotulagem. Atualmente, o abate de peixe em Beltrão acontece em três abatedouros e é acompanhado pelo Serviço de Inspeção Municipal (SIM) da Prefeitura. Todos os pescados congelados devem ter o selo do serviço ou de outros, como o estadual e federal, o que garante a procedência do produto.

No rótulo também deve constar a data do abate e a validade do peixe, além da identificação da origem. Segundo a Vigilância em Saúde, os consumidores observar a formação de gelo no animal, que pode ser indício de descongelamento e reembalagem do peixe.

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