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Operação conjunta retira dez cargas de entulho de terreno no Centro

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Da assessoria

Equipes da Prefeitura e da PM foram mobilizadas para uma operação de limpeza de um terreno na área central da cidade

Equipes da Prefeitura e da PM foram mobilizadas para uma operação de limpeza de um terreno na área central da cidade

Uma grande operação encabeçada pela Vigilância em Saúde em parceria com as secretarias de Assistência Social, Meio Ambiente e Urbanismo e apoio da Polícia Militar fez uma varredura em um terreno da área central de Francisco Beltrão. Cerca de dez caminhões foram carregados com entulhos retirados do espaço de 3 mil m2 e que era ocupado irregularmente por andarilhos.

No local, foram encontrados sucatas, vidros, colchões, roupas e móveis velhos que estavam proliferando roedores, baratas e insetos pela vizinhança, sendo considerado um local propício à criação de larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. “A ação foi feita com base em uma série de denúncias de vizinhos e até do proprietário; fomos até o local e constatamos o risco sanitário que ele representava em virtude da quantidade de lixo acumulado ali”, explica a diretora da Vigilância, Bernadete de Souza.

O terreno onde antigamente funcionava uma concessionária de veículos estava sendo ocupado por um grupo de andarilhos que usava o espaço como moradia e para selecionar materiais recicláveis coletados na rua, o que justifica tamanha quantidade de lixo. “Eles traziam os carrinhos cheios de lixo, separavam o que queriam e lavavam pra vender e o resto deixavam ai”, afirmou um dos vizinhos.

Antes da operação, o serviço de abordagem social da secretaria de Assistência Social esteve no local para encaminhar os moradores aos familiares e a casa abrigo Mini Santa Aliança.

Para a coordenadora do Setor de Combate a Endemias, que acompanhou toda a operação, a limpeza do espaço foi uma atitude necessária para assegurar a segurança dos moradores. “Este foi um caso isolado porque envolvia um local que também era usado como moradia, mas constantemente estamos tendo que fazer mutirões e limpezas desta natureza em terrenos particulares para evitar que se tornem pontos de proliferação de larvas do Aedes aegypti”, diz Bruna Freitas.

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