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Predador de larvas, lambaris são usados para combater a dengue em Beltrão

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Da assessoria

O agente de Endemias, Aurio, despeja alguns alevinos em riacho que percorrerá parte da cidade em galerias pluviais

O agente de Endemias, Aurio, despeja alguns alevinos em riacho que percorrerá parte da cidade em galerias pluviais

Uma nova alternativa está sendo utilizada pelo setor de Combate a Endemias da Secretaria de Saúde de Francisco Beltrão e colocando a própria natureza em favor das pessoas. Em locais estratégicos, lambaris são estão sendo soltos para que façam o controle natural das larvas do aedes aegypti em galerias pluviais e pequenos lagos que se formam no perímetro urbano.

Na manhã desta quarta-feira, os primeiros alevinos foram soltos na antiga pedreira Mãe Natureza, no bairro Nova Petrópolis, onde inicia um pequeno córrego que percorre boa parte da cidade, a maioria por galeria subterrânea, até desaguar no rio Marrecas. “Essas galerias são locais propícios à criação de vários tipos de mosquito e com estes lambarias ao longo do percurso deve diminuir a infestação de larvas”, afirma Claudionei Roessler, coordenador do Setor de Combate a Endemias da Prefeitura.

A opção pelo lambari se justifica pelo fato de que a espécie é resistente, se alimenta com frequência e não polui a água, ao contrário dos larvicidas, além de chegar a locais de difícil acesso para as pessoas e que podem ser criadouros de larvas. A alternativa também será utilizada em cisternas, rios canalizados e depósitos de água da chuva.

Para Claudionei, apesar de parecer simples, a medida deverá reduzir a quantidade de criadouros de larvas com um método ecologicamente correto. “O que nós estamos fazendo é um controle biológico destas formas imaturas do vetor da dengue, mas as pessoas que têm condições também podem usufruir da ideia, que evita a colocação de larvicida em determinados locais”, diz.

 

 

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