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Mesmo sem registrar casos de dengue, Prefeitura de Beltrão reforça combate à doença

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Da assessoria

O vice-prefeito e secretário de Urbanismo, Eduardo Scirea, e o presidente da associação de moradores do São Francisco, Jair Muller, reunidos com os coordenadores das equipes que irão trabalhar no mutirão da dengue no bairro, semana que vem

O vice-prefeito e secretário de Urbanismo, Eduardo Scirea, e o presidente da associação de moradores do São Francisco, Jair Muller, reunidos com os coordenadores das equipes que irão trabalhar no mutirão da dengue no bairro, semana que vem

Visitas em residências, orientações em escolas e até operações com presença policial para adentrar em áreas com possíveis criadouros da dengue fazem parte do cotidiano da equipe de Combate a Endemias da Secretaria de Saúde de Francisco Beltrão. O trabalho de vistoria em locais que podem abrigar água parada foi intensificado pela Prefeitura, que apesar de não ter nenhum caso da doença confirmada no município, está preocupada com a situação da região.

“Beltrão já enfrentou uma epidemia há três anos e hoje, em virtude das condições climáticas e da situação de risco em municípios da região, precisamos ter vigilância constante para evitar o registro de casos”, explica a secretária de Saúde, Rose Mari Guarda.

Entre as iniciativas mais eficazes para combater a doença estão os chamados mutirões da dengue, retomados no mês passado. Em parceria com a Secretaria de Urbanismo, os agentes de combate a endemias orientam a população e recolhem materiais e móveis usados que podem se tornar criadouros de larvas do mosquito Aedes aegypti.

Nesta semana, o mutirão continua nos bairros Cango e Guanabara na quinta e sexta-feira e Cantelmo e Novo Mundo no sábado. Outros bairros com alto índice de infestação de larvas também irão participar do mutirão nas próximas semanas.

Para o presidente da associação de moradores do bairro São Francisco, Jair Muller, que na próxima semana recebe o mutirão, a ação deve colaborar para redução de focos de larvas. “É um trabalho excelente e que precisa para que as pessoas possam ter uma opção para descartar alguns tipos de materiais”, afirma.

 

Índice de infestação é superior a 7%

O último Levantamento de Índice Rápido por Amostragem (Lira) realizado no início de março constatou que de cada 100 residências ao menos sete possuem larvas do mosquito transmissor da dengue. O índice de infestação de 7% está acima do preconizado pelo Ministério da Saúde, de apenas 1%.

No entanto, nenhum caso ainda foi confirmado no município, que desde o início do ano já registrou 53 possíveis casos da doença. A quantidade representa um terço das notificações do ano passado – 165 – que também registrou apenas quatro casos autóctones de dengue.

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