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Nas férias, oficinas envolvem 220 adolescentes no Centro da Juventude

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Da assessoria

Alunos participam da oficina de desenho, com duração de 144 horas/aula

Alunos participam da oficina de desenho, com duração de 144 horas/aula

Participar de uma das sete oficinas temáticas do Centro da Juventude é uma boa opção para as férias. Ao menos 220 adolescentes marcam presença duas vezes por semana para praticar algum esporte, aprender mais sobre informática ou mesmo ensaiar interpretar Shakspeare no palco.

Nas oficinas de desenho, por exemplo, a professora Eliége Jachini, repassa noções de perspectivas, sombra e luz e ampliação e redução. “Desenhar também é uma forma de se aproximar das linguagens artísticas e produzir arte implica olhar o mundo de maneira curiosa, fazer perguntas, procurar formas de entender os acontecimentos e estabelecer relações”, explica a professora.

Inaugurado em novembro do ano passado, o Centro da Juventude está localizado no bairro Pinheirão. Nas oficinas, oferecidas gratuitamente, têm prioridade os jovens em vulnerabilidade social e inscritos no Cadastro Único do Bolsa Família, mas as atividades são abertas à todos os adolescentes.

Segundo a coordenadora do Ceju, Gabriela Perin, o espaço tem capacidade para receber até 250 jovens por dia e ao longo do ano deverá receber incrementos em oficinas. “Traremos para cá, também, as atividades do ProJovem Adolescente, além da volta de outras oficinas com atividades”, comenta. Para participar das oficinas, é necessário fazer a matrícula no próprio Centro da Juventude, acompanhado dos pais – caso seja menor de idade – e de documentos.

A movimentação no local tem sido constante. Somente esta semana, estavam sendo desenvolvidas oficinas de BMX, skate, teatro, desenho, dança, violão, informática e tênis de mesa.

E muitas promessas estão saindo destes espaços, como o Douglas Lucktenberg, de apenas 12 anos, que em um mês de participação no skate já está em um nível bastante avançado. “Um garoto que só jogava bola e pegou skate pela primeira vez esses dias já está bem à frente de outros alunos; esse vai longe”, analisa o professor Juahil Gerhard.

 

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