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Plano de Contingência identifica pontos vulneráveis a catástrofes e detalha ações de socorro

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Da assessoria

Foto1Um documento com mais de 60 páginas identifica locais que podem ser atingidos por enchentes, alagamentos e deslizamentos com as medidas prioritárias a serem tomadas em caso de catástrofes climáticas. Apresentado nesta sexta-feira (5) pela 12ª Coordenadoria regional de Defesa Civil e Prefeitura, o Plano de Contingência nada mais é que uma compilação de informações sobre os pontos vulneráveis da cidade e que norteia as autoridades nas ações de socorro aos atingidos.

“Esse documento começou a ser elaborado no ano passado e, desde então, já pudemos testa-lo na prática e fazer alguns ajustes”, explicou o mj. Norton Kapp, comandante do 3º Subgrupamento de Corpo de Bombeiros. Somente neste ano, Beltrão enfrentou duas enchentes em menos de 60 dias; na segunda delas, a ação proativa das autoridades possibilitou a retirada de praticamente todas as famílias residentes em área de risco antes da cheia do Rio Marrecas.

No plano estão identificadas ao menos três áreas de risco de alagamentos, oito de enchentes e uma de deslizamento, mas também pode ser utilizado em casos de vendavais, granizo e estiagem. O documento detalha ainda cada um dos 18 locais que podem servir de abrigo para e todos os recursos que podem ser colocados à disposição dos afetados.

O Plano de Contingência foi apresentado em ato no gabinete da Prefeitura, com a presença de representantes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Ministério Público Estadual, Câmara de Vereadores e secretarias de Urbanismo e Assistência Social.

Para o prefeito Antonio Cantelmo Neto, o documento cumpre uma previsão legal do Município. “O poder público e as pessoas que convivem com as cheias, por exemplo, sabem quais são as áreas alagadiças e como se proteger. O que apresentamos hoje é a formalização das ações de resposta imediatas que podemos dar quando acometidos por uma intempérie climática e que nos auxilia, também, a buscar recursos e reconhecer estado de emergência ou calamidade”, explicou.

O Ministério Público, que em julho promoveu uma audiência publica através das promotorias de Justiça, Habitação e Urbanismo e de Meio Ambiente, para debater os alagamentos na cidade, elogiou a iniciativa. “Os problemas causados pelas chuvas excessivas não se resolvem fácil, por isso é importante que estejamos preparados para agir nos casos e, acima de tudo, encontrar soluções definitivas”, afirmou.

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